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Cadê minha bebê?

20 / 09 / 2011 08:39 por Denise Freitas 13 Comentários

Eu já tinha ouvido algumas pessoas falarem isso sobre algumas crianças, mas sempre achei que era papo de tia. Sabe aquela coisa?: “nossa, como ela cresceu? Menina, como ela está esperta! Nossa, ela é muito desenvolvida para a idade dela…”

Enfim, frases exageradas ou não, mas que de fato servem para mostrar a surpresa com o crescimento dos pequenos. Mas, realmente, observo que a Manuela perdeu a feição de bebê e está ganhando a famosa cara de menininha.

Ela está linda, rostinho delicado, dentes grandões, sorriso de criança arteira e cabelos de boneca. Exatamente como imaginei. Mas confesso que essa transformação toda me deixa saudosa. Saudades do olhar vesgo tentando nos achar, dos grunidinhos típicos dos bebês de 2 meses e das mãozinhas tentado se encontrar. Lembro-me de quando ela mal equilibrava a cabeça e agora a vejo correndo toda independente e sapeca para lá e para cá. É aquele sentimento que todos sempre falam de que o tempo passa rápido demais. Sem querer ser repetitiva, como passa!

Por outro lado, fico muito feliz e orgulhosa de mim, do papai e principalmente dela, por todas essas conquistas. Aos poucos ela vem mostrando quem é e quem também pode ser, no seu jeito “fase da lua”. Experimenta sabores, mostra suas preferências, brinca, ri, imita e repete. Sabe, 1 ano e 5 meses parece pouco, mas são tantas e tão intensas as experiências que só registrando para não perder nada.

Eu sigo a babar, feliz da vida por essa menininha que me conquista a cada instante.

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Denise Freitas: Jornalista, empresária e blogueira, Denise é mãe de Manuela, nascida em março de 2010. Aquariana “estabanada e dona de uma risada inconfundível”, como se define, é apaixonada por crianças, gatos e casada com Willian. “Ser mãe da Manu, hoje é o meu principal papel”, diz ela.
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De mal com o frio

16 / 09 / 2011 08:57 por Denise Freitas 9 Comentários


Sempre gostei do inverno. Claro que nas férias ou feriados prefiro o verão, já que adoro praias e piscinas. Mas sempre achei o frio um clima gostoso para trabalhar, para dormir, além de ser a estação que deixa as pessoas mais chiques e bonitas. Amo casacos, cachecóis e botas.

Depois que a Manuela nasceu, entrei em conflito com esse meu gostar. É impressionante como o inverno mal chega e as crianças já ficam expostas a gripes, resfriados, otites, pneumonias e tudo mais. Aliás, no canal Especialistas há um texto que aborda os cuidados para prevenir as doenças das estações frias do ano.

Eu vivenciei isso logo dois meses depois que a Manu nasceu. Ainda não era o inverno, mas foram uns dias bem frios, que nos pegaram de jeito. Me vi com uma bebê com as narinas constipadas, que logo evoluiu para tosses e, depois, para uma broncopneumonia.
Foi exatamente nesse dia que passei a não gostar mais do inverno. A Manu não ficou tão mal, creio que foi mais excesso de zelo do médico, mas vamos combinar que só a palavra “pneumonia” assusta qualquer mãe – que dirá uma de primeira viagem, ainda muito mexida com os hormônios do pós-parto?

Fizemos inalação, seguimos a prescrição médica dos antibióticos e logo ela estava ótima. Mas eu não.

Fiquei em parafuso e por muito tempo tive verdadeiras crises de pânico com qualquer ventinho. A Pipoca pegou poucos resfriados até hoje e teve a primeira febre dela com 11 meses, mas nada disso me tranquilizava. Com o tempo fui superando esse trauma e entendendo que não seria todo resfriado que se transformaria em uma broncopneumonia. Mas, mesmo assim, tomo muito cuidado com as mudanças repentinas de temperatura. Observo que o tempo seco afeta diretamente o seu bem-estar. Creio que seja a questão alérgica. Por isso, nesse período de pouca chuva e tempo seco eventualmente temos que umidificar as narinas com sorinho.

Outro fator que me faz ter todas as ressalvas com o inverno é o fato de ser calorenta, como já contei aqui. Ela não pode ser muito agasalhada porque transpira. Por outro lado, preferimos deixá-la mais quentinha porque ela não dorme coberta de jeito nenhum. É um verdadeiro conflito!

Hoje, sou bem mais tranquila em relação a isso, tomo os cuidados necessários sem paranoias. Mas não tem jeito: criança doente mexe comigo e quando é a minha Pipoquinha então, que de serelepe fica toda murchinha, é de cortar o coração. Ainda bem que já faz uns meses que ela não tem nada, ufa! Que assim seja!

E antes que eu me esqueça, bye, bye, frio.

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Denise Freitas: Jornalista, empresária e blogueira, Denise é mãe de Manuela, nascida em março de 2010. Aquariana “estabanada e dona de uma risada inconfundível”, como se define, é apaixonada por crianças, gatos e casada com Willian. “Ser mãe da Manu, hoje é o meu principal papel”, diz ela.
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Olha o passarinho

13 / 09 / 2011 08:47 por Denise Freitas 6 Comentários

Esses dias li uma matéria legal no site de uma revista. Eram dicas para fotografar os filhos. Coisas simples e fáceis de serem atingidas. Abaixar a altura da criança, escolher o foco e deixar desfocado algo. Aproveitar iluminação natural, sorrisos e natureza. Mas e quando a criança em si não para quieta?

Não é que ela não posa para foto. Nem gosto de fotos posadas. Acontece que ela não pode me ver com a câmera nas mãos que já vem em direção para mexer no equipamento.
Já tentei distraí-la, pegar desprevenida, mas ao menor sinal de um clique, lá vem ela atrás da câmera. Não são raras as fotos de “superclose”. Aquelas clicadas com ela a caminho e que bate bem na hora em que já está com a cara na lente.

Tenho vontade de fazer vídeos, mostrando suas falas, suas corridas engraçadas atrás dos gatos, suas artes. Mas quem disse que consigo? Já tentei câmera grande, pequena, celular e gravador. Minha filha é tecnologicamente antenada e deixa a mãe fotograficamente frustrada. Essa foto do post é uma das raras vezes em que ela não percebeu o clique.

Claro que em comparação com décadas passadas, onde fotos eram artigos raros e de luxo, temos muitas fotos da pequena. Meu irmão, que está no segundo filho, diz que conseguimos ultrapassar o recorde dele com a filha mais velha. Ele ficou bobo quando viu mais de 400 fotos em um mês de vida da Manuela. Se ele ver agora o nosso álbum digital, vai achar que entrei no clima do segundo filho, ainda no primeiro. É que ele disse que o número de fotos do meu sobrinho caçula é drasticamente menor.Rs

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Denise Freitas: Jornalista, empresária e blogueira, Denise é mãe de Manuela, nascida em março de 2010. Aquariana “estabanada e dona de uma risada inconfundível”, como se define, é apaixonada por crianças, gatos e casada com Willian. “Ser mãe da Manu, hoje é o meu principal papel”, diz ela.
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