Com 10 meses, Manuela começou a não querer ficar no carrinho. Nessa mesma época, começou a engatinhar e, um tempo depois, a andar. Era a derrocada dos carrinhos. Tanto o grandão quanto o prático guarda-chuva.
Notamos que até mesmo os brinquedos em que ela ficava sentada e nós a empurrávamos estavam sendo deixados de lado. Pelo menos na forma óbvia de seu uso. Ela agora empurrava a motoquinha, mesmo o ”puxador” sendo muito maior do que ela. Não tinha problema, era na ponta dos pés e com a motoca empinada que ela a empurrava feito gente grande.
Tive então a ideia de presenteá-la com um carrinho de boneca. Assim, ela brincaria com algo feito exatamente para o tamanho dela, e realizaria a sua tão desejada independência de carregar suas bonecas para lá e para cá. Tal qual a mamãe (quando fazia isso, antes dos tais 10 meses).
Mas, como bem provaram Adão e Eva, lá no jardim do Éden, a curiosidade pelo proibido é sempre mais interessante. Foram apenas algumas voltas com o carrinho de boneca e a pequena encontrou uma nova utilidade para ele… Em poucas horas, ela estava sentada no lugar da boneca e pedindo para eu a empurrar. Isso te lembra alguma coisa?


Denise Freitas:
Jornalista, empresária e blogueira, Denise é mãe de Manuela, nascida em março de 2010. Aquariana “estabanada e dona de uma risada inconfundível”, como se define, é apaixonada por crianças, gatos e casada com Willian. “Ser mãe da Manu, hoje é o meu principal papel”, diz ela.








hahahaha…essa é a melhor parte!! Pra ela, claro. Mas que é engraçado é! E quem disse que a gente não é sempre assim..kkkkkk….dá-lhe mamãe correndo atrás!!
Pois é menina…assim acho que emagreço, rsrs
bjs,
Dê.
A gente sempre acha que vai encontrar o mapa da mina.
Mas eles dão nó em pingo d’água.
Só uma pergunta, hoje ela usa o carrinho? Porque próximo dos 2 anos eles piram neste tipo de brinquedo.
bjs