Já li muito esta expressão no universo virtual. Não pesquisei sobre o assunto, apenas relatos de mães que diziam vivenciar essa fase. Os “terríveis dois anos” se relacionam com o momento em que as crianças dizem não com mais frequência e fazem birras.
Devo dizer que acredito estar passando por isso também. Quer dizer, eu não, a Manuela. Como anda irritada e desafiadora minha Pipoca!
Agora tudo é “não, qué não”. Mamãe beija e ela imediatamente diz, “bezo não, mamãe; qué não”, limpando ferozmente o local beijado. O mesmo vale para o abraço, o carinho e as cócegas. Não é sempre – ufa. Mas tem seus minutos.
Às vezes, está tão no auge que ela pede uma coisa, como o nininho (paninho que ela usa para dormir, mas conhecido como fraldinha) e quando damos a ela, joga ele para longe dizendo “qué não, nininho não”.
Mesmo sem ler, já entendi que esta é uma fase muito parecida com a pré-adolescência (guardadas as devidas proporções, claro), na qual nada está bom e tudo é imensamente dramático. Força para nós!

Denise Freitas:
Jornalista, empresária e blogueira, Denise é mãe de Manuela, nascida em março de 2010. Aquariana “estabanada e dona de uma risada inconfundível”, como se define, é apaixonada por crianças, gatos e casada com Willian. “Ser mãe da Manu, hoje é o meu principal papel”, diz ela.








Amiga, acredite… a coisa piora. Tenho quase três anos na sua frente.
Dê.
Joaquim já está nesta fase há um certo tempo.
Existem melhoras e pioras de acordo com o cansaço, com a saúde.
Mas eles ficam tão inteligentes e tão engraçados que esquecemos por alguns instantes das birras.
Eles são cheios de charme e dobram nosso coração.
Pipoca pode até esquentar, mas nada de sair da panela
bjs grandes.