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	<title>Crescendo com seu filho</title>
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		<title>Eu, meu filho e o mundo cor de rosa</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 11:18:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Parra</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como disse, adorei descobrir que cuidar de um bebê também pode ser algo prazeroso. Tudo bem, às vezes você fica parecendo uma mistura de zumbi com vampiro. Afinal, dormir é algo que você nunca mais vai fazer na sua vida.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://crescendocomseufilho.com.br/wp-content/uploads/2012/02/mundo_670.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-6584" title="mundo_670" src="http://crescendocomseufilho.com.br/wp-content/uploads/2012/02/mundo_670.jpg" alt="" width="670" height="391" /></a></p>
<p>Como disse, adorei descobrir que cuidar de um bebê também pode ser  algo prazeroso. Tudo bem, às vezes você fica parecendo uma mistura de  zumbi com vampiro. Afinal, dormir é algo que você nunca mais vai fazer  na sua vida. Eu que tinha insônia e uma porção de manias para pegar no  sono, mudei radicalmente. Sou capaz de dormir agora, sentado na frente  do computador, escrevendo esse texto. Quer ver?</p>
<p>Voltando ao raciocínio. Ser um pai que mete e mão na massa – e na  fralda – é muito legal. Muito mesmo. Mas tem seus contratempos. Afinal, o  universo do bebê ainda é algo muito feminino. É só prestar atenção.</p>
<p>Diversas vezes, fazendo compras para equipar o quarto do Pedro antes  de ele nascer, eu me sentia como um mecenas nas lojas. Ninguém pergunta  sua opinião. Também pudera, você é “só” o pai. Sério que você quer dar  palpite na cor do protetor de berço, que até 3 minutos atrás você nem  sabia que existia?</p>
<p>E o mundo dos bebês não foi feito para quem tem mais de um 1,80  metro. Tome dor nas costas de tanto trocar fraldas em um trocador feito  para quem tem 30 centímetros a menos que você. Deve ser algo parecido  com o que os canhotos sentem ao tentar cortar um papel com tesoura  errada. Ainda bem que eu não sou canhoto, senão ia gastar muito dinheiro  com terapia.</p>
<p>Você já viu trocador em banheiro público masculino? Pois é, eles não  existem. Os trocadores sempre ficam no banheiro das mulheres. Afinal,  são elas quem trocam as fraldas, não?  Nem sempre. Às vezes, o jeito é  improvisar, usar algum banquinho ou mesa e aguentar os olhares tortos e  narizes tampados.</p>
<p>Cada vez mais eu vejo os pais metendo a mão na massa. Quem sabe os  trocadores e banheiras ficam só um pouquinho mais altos? As (nossas)  costas agradecem.</p>
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		<title>Ela está crescendo</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Feb 2012 11:15:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denise Freitas</dc:creator>
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		<category><![CDATA[crescimento]]></category>
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		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>

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		<description><![CDATA[É difícil para nós, pais, acreditarmos como nossos bebês passam dessa fase para a de crianças. Não estou falando de uma mudança dos 5 meses aos 10 anos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://crescendocomseufilho.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Ela-esta-crescendo_670.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-6713" title="Ela-esta-crescendo_670" src="http://crescendocomseufilho.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Ela-esta-crescendo_670.jpg" alt="" width="670" height="391" /></a></p>
<p>É difícil para nós, pais, acreditarmos como nossos bebês passam dessa  fase para a de crianças. Não estou falando de uma mudança dos 5 meses  aos 10 anos. Manuela não tem 2 anos e já deixou para trás aquele bebê de  poucas interações.</p>
<p>Não foi só a fisionomia que mudou. Esta, já notei há tempos. Mas,  agora, nossa Pipoca diz cada palavra e se articula tão bem que chego a  me emocionar.</p>
<p>Eu e o papai percebemos uma grande evolução desde a nossa última  viagem. Ela amadureceu. Tornou-se ainda mais independente, come e faz  coisas sozinha. Fala frases e se expressa tão bem. Claro que muitas das  palavras só a gente que está no seu dia a dia entende. Mas o que me  impressiona é o raciocínio de formação delas.</p>
<p>Pode ser comum da idade, não quero dizer que minha filha está acima  do perfil da idade. Estou mesmo constatando que em tão pouco tempo ela  conquistou tantas mudanças. Até a fase do sono melhorou nos últimos dois  meses. Agora, ela dorme a noite toda, sem choros, sem querer “tetê”.</p>
<p>Ah, cheirinho de bebê é encantador, mas que delícia tem sido ter essa “mocinha” lá em casa!</p>
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		<title>Cada um brinca de um jeito</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Feb 2012 11:18:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiana Deziderio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É muito bom perceber a forma como cada membro da família brinca com o Joaquim. Existe uma espécie de resgate de um repertório antigo, particular. A criança adormecida volta de algum lugar do passado, ganha vida, e a brincadeira ganha cor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://crescendocomseufilho.com.br/wp-content/uploads/2012/01/cada-um-brinca-de-um-jeito_670.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-6549" title="cada-um-brinca-de-um-jeito_670" src="http://crescendocomseufilho.com.br/wp-content/uploads/2012/01/cada-um-brinca-de-um-jeito_670.jpg" alt="" width="670" height="391" /></a></p>
<p>É muito bom perceber a forma como cada membro da família brinca com o Joaquim.</p>
<p>Existe uma espécie de resgate de um repertório antigo, particular. A  criança adormecida volta de algum lugar do passado, ganha vida, e a  brincadeira ganha cor.</p>
<p>O pai de Joaquim, por exemplo, brinca de forma mais elaborada. Marcus  gosta de mostrar o brinquedo e a brincadeira, contar como funciona, o  que tem de diferente, a sua história (em casa, apelidamos ele de  Highlander, tamanho o repertório).</p>
<p>A escola ensina a experimentar. Lá ele curte as texturas, o parque,  os tanques de areia. Aprende a dividir e a somar com as demais crianças.</p>
<p>A Tia Lu, minha irmã, resgata um montão de coisas da nossa infância. É  algo bem familiar. O avô apresenta aviões, trens e outros meios de  transporte. Explica a diferença das coisas (veja como passa de pai para  filho). As avós ensinam música, dançam e dão ritmo para a vida de  Joaquim.</p>
<p>E essa mistura de crianças grandes e pequenas apresenta um universo  novo, inteiro e que será aproveitado do jeito dele. É meio mágico ver a  formação de personalidade de Joaquim através do mundo que lhe é  apresentado.</p>
<p>Eu, como mãe, confesso que tenho preocupações na hora da atividade.  Quando pequenino, queria estimulá-lo. Depois, passei a ensinar cores,  números, palavras. Mas sempre com alguma obrigação de desenvolvê-lo. E  fica difícil se entregar dessa forma.</p>
<p>À medida em que Joaquim cresce, percebo que meu cerco se fecha.  Então, é melhor me entregar por completo e me divertir porque Joaquim  não aceita nada menos do que isso.</p>
<p>E, de verdade, ele está certo. Está aí mais uma lição da maternidade <img src='http://crescendocomseufilho.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Beijos grandes.</p>
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		<title>O que eu aprendo brincando com eles</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Feb 2012 11:30:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Octavio Lacombe</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Brincadeira e Desenvolvimento]]></category>
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		<description><![CDATA[Me coloquei a pensar no assunto “o que eu aprendo brincando com o trio?” Dá até vontade de dizer: pergunta difícil não vale, né?

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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://crescendocomseufilho.com.br/wp-content/uploads/2012/02/aprendendo_com_eles_670.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-6685" title="aprendendo_com_eles_670" src="http://crescendocomseufilho.com.br/wp-content/uploads/2012/02/aprendendo_com_eles_670.jpg" alt="" width="670" height="391" /></a></p>
<p>Me coloquei a pensar no assunto “o que eu aprendo brincando com o trio?” Dá até vontade de dizer: pergunta difícil não vale, né?</p>
<p>Acho que essa é daquelas coisas que a gente aprende tão sem sentir, tão brincando que nem sabe como aprendeu. A gente até usa a expressão pra dizer que aprendeu fácil, sem sentir, não é? “Ah! Ele aprendeu tal coisa brincando.”</p>
<p>Falando sério, agora (não que eu não estivesse falando sério antes), acho que o que aprendi brincando com eles foi a julgar as situações com rapidez. Na hora em que um quer pular a vez do outro, ou que rola uma desavença por causa do brinquedo, a gente tem de pensar rápido, ser imparcial e justo. Em segundos, sair com a resposta certa, com a atitude correta, que seja a mais adequada para aquele momento.</p>
<p>Justiça, imparcialidade… Acho que somaria a isso tolerância e paciência. Sim, porque com criança a gente tem de ter paciência. Primeiro, com as reações frente às situações complexas da vida social que começam a se construir com os jogos e brincadeiras. Depois, para repetir infinitas vezes as mesmas coisas.</p>
<p>Depois de pensar sobre a questão, acho que aprendi essas coisas brincando – mas não diria que foi tão fácil assim.</p>
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		<title>Alimentação de mães que amamentam</title>
		<link>http://crescendocomseufilho.com.br/especialistas/alimentacao-de-maes-que-amamentam/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 12:58:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sabará</dc:creator>
				<category><![CDATA[Especialistas]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
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		<category><![CDATA[mães]]></category>

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		<description><![CDATA[Como pediatra, estou acostumado a ouvir perguntas de mães e futuras mamães com relação ao aleitamento. Costumo responder que para amamentar é necessário, primeiro, alimentar-se bem. As mães devem se lembrar de que estão alimentando duas pessoas (ela e o bebê) e que o melhor jeito de voltar ao peso anterior à gestação é amamentando. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Saiba o que se deve comer e o que evitar durante o período da amamentação</em></p>
<p>Como pediatra, estou acostumado a ouvir perguntas de mães e futuras  mamães com relação ao aleitamento. Costumo responder que para amamentar é  necessário, primeiro, alimentar-se bem. As mães devem se lembrar de que  estão alimentando duas pessoas (ela e o bebê) e que o melhor jeito de  voltar ao peso anterior à gestação é amamentando. O ganho de peso para  amamentar e, depois, o emagrecimento funcionam como reguladores naturais  do organismo.</p>
<p>Confira as dúvidas mais frequentes das mamães e as respostas a cada  pergunta. Se depois de ler você ainda tiver dúvidas sobre nutrição e  aleitamento materno, consulte o seu médico. Muitas mulheres também  costumam consultar um especialista em amamentação, chamado “consultor de  lactação”.</p>
<p><strong>As mulheres que amamentam precisam comer mais?</strong><br />
Sim. As mulheres que amamentam precisam comer mais do que as que não  amamentam. Quando uma mãe alimenta o bebê, seu corpo trabalha para  produzir o leite materno. Para isso, ela precisa de calorias extras.</p>
<p><strong>As mães que amamentam devem beber mais líquido?</strong><br />
Sim. As mulheres que amamentam precisam beber muito líquido. Lembre-se  de que boa parte do leite é composto de água e,sendo assim, quanto mais  hidratada a mãe estiver mais leite ela produzirá. É comum elas sentirem  sede quando estão amamentando. Por esta razão seria bom que, antes de  iniciar a amamentação, bebessem um ou dois copos de algum líquido. A  quantidade de líquido a ser ingerido diariamente pode variar de três a  quatro litros.</p>
<p><strong>Precisam tomar vitaminas?</strong><br />
Algumas mulheres precisam tomar suplemento de ferro ou vitaminas. Os  suplementos são comprimidos, cápsulas e líquidos que têm nutrientes.  Elas podem precisar  dos suplementos se apresentarem “anemia” depois de  dar a luz. Para prevenir isso, é muito importante manter uma alimentação  saudável, variada e que contenha os nutrientes necessários para essa  fase na vida da mulher.</p>
<p><strong>Devem evitar certos alimentos?</strong><br />
Sim. As mulheres que amamentam devem evitar peixes que possuem uma  grande quantidade de mercúrio como por exemplo o cação,o peixe-espada e a  cavala. Esse metal pode estar presente no leite materno e causar  problemas no cérebro da criança e no sistema nervoso.</p>
<p><strong>Devem evitar certos medicamentos durante a amamentação?</strong><br />
Sim. Alguns medicamentos podem afetar a quantidade de leite materno. É o  caso dos hormônios das pílulas anticoncepcionais, que podem reduzir a  produção de leite.</p>
<p><strong>Mulheres que amamentam podem beber álcool?</strong><br />
Cada mulher pode decidir sobre isso, mas é importante saber que,ao  ingerir álcool, uma pequena parte estará presente no leite materno e  chegará ao organismo do bebê. Depois de ter bebido, o corpo leva cerca  de duas horas para eliminar o álcool.</p>
<p><strong>Elas podem beber cafeína?</strong><br />
Depende. A maioria dos médicos concorda que é bom para as mulheres beber  de dois a três copos por dia de uma bebida com cafeína. Mas uma parte  da substância pode passar pelo leite materno e chegar ao bebê. Devido a  isso, algumas crianças podem ficar agitadas e terem problemas para  dormir, além de as cólicas aumentarem de intensidade.</p>
<p><strong>Devem fumar?</strong><br />
A maioria dos médicos recomenda que as mulheres parem ou reduzam o uso  do tabaco, porque os bebês de pais fumantes podem ter problemas  respiratórios, infecções pulmonares e de ouvido.</p>
<p><strong>Por José Luiz Setúbal, médico pediatra e presidente do Hospital Infantil Sabará</strong></p>
<p>Fonte: “Patient information: Health and nutrition for women who breastfeed”</p>
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		<title>Os “terrible two”</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 11:15:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denise Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças]]></category>

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		<description><![CDATA[Já li muito esta expressão no universo virtual. Não pesquisei sobre o assunto, apenas relatos de mães que diziam vivenciar essa fase. Os “terríveis dois anos” se relacionam com o momento em que as crianças dizem não com mais frequência e fazem birras.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://crescendocomseufilho.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Terrible-Two_670.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-6709" title="Terrible-Two_670" src="http://crescendocomseufilho.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Terrible-Two_670.jpg" alt="" width="670" height="391" /></a></p>
<p>Já li muito esta expressão no universo virtual. Não pesquisei sobre o  assunto, apenas relatos de mães que diziam vivenciar essa fase. Os  “terríveis dois anos” se relacionam com o momento em que as crianças dizem  não com mais frequência e fazem birras.</p>
<p>Devo dizer que acredito estar passando por isso também. Quer dizer,  eu não, a Manuela. Como anda irritada e desafiadora minha Pipoca!</p>
<p>Agora tudo é “não, qué não”. Mamãe beija e ela imediatamente diz,  “bezo não, mamãe; qué não”, limpando ferozmente o local beijado. O mesmo  vale para o abraço, o carinho e as cócegas. Não é sempre – ufa. Mas tem  seus minutos.</p>
<p>Às vezes, está tão no auge que ela pede uma coisa, como o nininho  (paninho que ela usa para dormir, mas conhecido como fraldinha) e quando  damos a ela, joga ele para longe dizendo “qué não, nininho não”.</p>
<p>Mesmo sem ler, já entendi que esta é uma fase muito parecida com a  pré-adolescência (guardadas as devidas proporções, claro), na qual nada  está bom e tudo é imensamente dramático. Força para nós!</p>
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		<title>Como limpar os brinquedos</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 11:48:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiana Deziderio</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Brincadeira e Desenvolvimento]]></category>
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		<description><![CDATA[Neste vídeo falo como higienizar brinquedos e mordedores.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="watch-description-text">
<p id="eow-description">Neste vídeo falo como higienizar brinquedos e mordedores.</p>
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		<title>Saiba como desenvolver brincadeiras no parque com seu filho</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 15:20:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Primeiros Passos]]></category>
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		<category><![CDATA[parque]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitas mamães e papais ficam com dúvidas na hora de escolher quais brincadeiras e como brincar com os filhos no parquinho. Desenvolver atividades conjuntas pode tornar esse momento de interação mais rico.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><a href="http://crescendocomseufilho.com.br/wp-content/uploads/2012/02/parquinho_670.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-6673" title="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="http://crescendocomseufilho.com.br/wp-content/uploads/2012/02/parquinho_670.jpg" alt="" width="670" height="391" /></a></p>
<p>Muitas mamães e papais ficam com dúvidas na hora de escolher  quais brincadeiras e como brincar com os filhos no parquinho.  Desenvolver atividades conjuntas pode tornar esse momento de interação  mais rico.</p>
<p>A pedagoga Andréa Patapoff Dal Coleto, mestre em Psicologia da  Educação e doutoranda da Faculdade de Educação da Universidade Estadual  de Campinas (Unicamp), explica que os brinquedos de parque permitem que  as crianças façam movimentos corporais amplos, com liberdade e  espontaneidade. Isso favorece a aquisição do controle ao andar e dos  movimentos como um todo, exigindo mais destreza, agilidade,  flexibilidade e equilíbrio. Também ajuda a criança a vencer desafios e a  desenvolver sua autonomia. “O subir, descer e pular nos brinquedos são  importantes para o desenvolvimento psicomotor. Vale a pena estimular as  crianças a explorarem todos os brinquedos, sob a supervisão atenta de um  adulto, que nesses momentos pode interagir diretamente com a criança,  deixando de ser apenas um observador para ser ativo nas brincadeiras.”</p>
<p>Mamães, papais e outros cuidadores têm um papel importante no  parquinho quando o assunto é o cuidado com a segurança das crianças.  Devem observar o estado de conservação dos brinquedos e os prováveis  riscos que podem oferecer, como ferrugens, pontas ou espaços que  favoreçam quedas e batidas.</p>
<p>Na hora da brincadeira, a pedagoga recomenda a interação dos pais “É  importante que o adulto acompanhe todas as primeiras experiências, seja  no escorregador, no balanço, estimulando a criança a conhecer os nomes  dos brinquedos e como se brinca. Dessa forma, o brincar é valorizado  como sendo essencial para o desenvolvimento infantil”, afirma Andréa.</p>
<p>Outra preocupação dos pais é que a criança não goste do contato com a  grama e com a areia, por exemplo. “Quando levar a criança ao parque,  tire as meias e deixe-a sentir a areia nos pés”, sugere. A pedagoga  esclarece que é importante que a criança tenha experiências sensoriais  desde bebê, colocando os pezinhos e as mãos em diversas texturas e  temperaturas.</p>
<p>Lembre-se que brincar é um meio estimulante e motivador para a  aprendizagem e a expressão de sentimentos. “O brincar proporciona  avanços no desenvolvimento em todos os aspectos: físico, afetivo,  cognitivo e social”, reforça Andréa. “Por isso, é importante que as  crianças, desde muito pequenas, possam ter oportunidades de experimentar  brincadeiras variadas.”</p>
<p><em>(Foto: SXC)</em></p>
</div>
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		<title>Insone?</title>
		<link>http://crescendocomseufilho.com.br/blog/insone/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 11:08:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Parra</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Pedro nunca dormiu direito. Mas a gente tentava se enganar. Vai passar quando ele ficar mais velho. Ou então quando ele começar a comer comida. Acho que não estamos o cansando.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://crescendocomseufilho.com.br/wp-content/uploads/2012/02/insone_670.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-6580" title="insone_670" src="http://crescendocomseufilho.com.br/wp-content/uploads/2012/02/insone_670.jpg" alt="" width="670" height="391" /></a></p>
<p>O Pedro nunca dormiu direito. Mas a gente tentava se enganar. Vai  passar quando ele ficar mais velho. Ou então quando ele começar a comer  comida. Acho que não estamos o cansando. Tudo isso já passou pela nossa  cabeça. Mas, na hora de dormir, é sempre o mesmo sofrimento.</p>
<p>Sabe aquela cena clássica de andar de carro de madrugada para fazer seu  filho dormir? Pois é. Eu sempre esperava com muita ansiedade cada nova  etapa da vida dele para ver se, enfim, conseguiria dormir uma noite  inteira.</p>
<p>Quando ele completou 1 ano, entrou pra escolinha e mesmo assim  continuou querendo papo às 3 da manhã, nós chegamos ao limite lá em  casa. Foi então que nos apresentaram ao Santo Graal das noites  mal dormidas. Um livro chamado Nana, Nenê. Se você não é pai, não se  assuste, eu também não tinha a menor ideia do que se tratava.</p>
<p>Lemos o livro e começamos a usar a tal da técnica que consiste,  basicamente, em fazer seu filho aprender a dormir sozinho. Ou seja, ele  vai chorar e é preciso ter os nervos no lugar. Diferentemente do que sua  avó diz (pelo menos a minha), você não pode deixá-lo chorando até  cansar e dormir. O livro ensina que você precisa, de quando em quando,  entrar no quarto para acalmá-lo e dizer que tudo está bem. Mas nada de  pegar no colo.</p>
<p>Na primeira noite, foi um caos. Muito choro (choro é um eufemismo,  parecia uma tortura), com nós dois entrando alternadamente no  quarto para dizer que tudo estava bem. Depois de uma hora, ele dormiu.  Na segunda noite, o processo durou cerca de 30 minutos. Na terceira, 15  e, na quarta noite, nós o colocamos no berço e antes mesmo de sairmos  ele já tinha se deitado por livre e espontânea vontade. Parecia um  sonho.</p>
<p>O problema não era que ele não estava cansado nem mal alimentado  nesse tempo todo. O problema era que ele apenas não sabia dormir. Que  alívio.</p>
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		<title>Não pode? Então é legal</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 11:19:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Denise Freitas</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Brincadeira e Desenvolvimento]]></category>
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		<description><![CDATA[Com 10 meses, Manuela começou a não querer ficar no carrinho. Nessa mesma época, começou a engatinhar e, um tempo depois, a andar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://crescendocomseufilho.com.br/wp-content/uploads/2012/02/nao-pode_670.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-6592" title="nao-pode_670" src="http://crescendocomseufilho.com.br/wp-content/uploads/2012/02/nao-pode_670.jpg" alt="" width="670" height="391" /></a></p>
<p>Com 10 meses, Manuela começou a não querer ficar no carrinho. Nessa mesma época, começou a engatinhar e, um tempo depois, a andar. Era a derrocada dos carrinhos. Tanto o grandão quanto o prático guarda-chuva.</p>
<p>Notamos que até mesmo os brinquedos em que ela ficava sentada e nós a empurrávamos estavam sendo deixados de lado. Pelo menos na forma óbvia de seu uso. Ela agora empurrava a motoquinha, mesmo o ”puxador” sendo muito maior do que ela. Não tinha problema, era na ponta dos pés e com a motoca empinada que ela a empurrava feito gente grande.</p>
<p>Tive então a ideia de presenteá-la com um carrinho de boneca. Assim, ela brincaria com algo feito exatamente para o tamanho dela, e realizaria a sua tão desejada independência de carregar suas bonecas para lá e para cá. Tal qual a mamãe (quando fazia isso, antes dos tais 10 meses).</p>
<p>Mas, como bem provaram Adão e Eva, lá no jardim do Éden, a curiosidade pelo proibido é sempre mais interessante. Foram apenas algumas voltas com o carrinho de boneca e a pequena encontrou uma nova utilidade para ele… Em poucas horas, ela estava sentada no lugar da boneca e pedindo para eu a empurrar. Isso te lembra alguma coisa?</p>
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